De 3 passaram a 4

Há 1 ano que não escrevo, e não vou escrever por um ano certamente, mas muito trabalho me espera no blog. O campeonato mudou. Temos mais uma jogadora na equipa e as M’s passaram a 4.  Mãos à obra!

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Estamos juntas outra vez

Agora sim… A equipa está completa! As 3 M’s estão todas juntas outra vez!

As saudades apertaram, e o calor também. Adiámos a escola das M.s pequeninas, até porque já estava a correr bem, e com malas feitas com o indispensável (vantagem de fazer umas 2as. férias, é que nas 2ªas malas somos sempre mais racionais), depósito atestado (caro, por acaso) fomos rumo ao Sul.

A M. mais velha quase ficou à beira da apoplexia (palavras da minha comadre – www.coisasdepais.blogspot.com).

Passou seguramente mais de duas horas a falar interruptamente a explicar tudo: onde a avó compra o pão, os amigos da praia, o preço das palhotas e das espreguiçadeiras, onde se acende a luz, onde põe a roupa suja, apresentou-me a casa de banho “dela” como se fosse novidade para mim, tal divisão numa casa, e melhor dos melhores:

Mãe… andam umas miúdas na marina… bem!

Bem, o quê M.?

É que elas têm os saltos maiores que as saias!”

A muito custo estão deitadas, e caladas! Acredito que amanhã vai ser um dia em grande!

 

1 ano depois…

A ida.

As crianças têm esta capacidade de nos estar sempre a surpreender. E hoje foi mais um desses dias.

Fomos muito confiantes para a escola, e tal como registei ontem, nada falhou. Fotografia, bibe, laços no cabelo, corridinha, beijinhos à A. e à MJ. e a vergonha.

Já estava à espera que não fosse fácil com a M. do meio, até porque já nos explicou claramente, que não acha muita graça esta coisa de estar demasiado perto da irmã, porque fica muito preocupada!

Sem comentários.

Mas afinal não. Quem chorou e trepou pelas minhas pernas foi a pequenina. De cortar o coração, ficou sentada no tapete ao pé dos amigos que choravam em coro desafinado.

A volta.

À tarde quando voltaram da escola, a M. pequenina já trazia uma roupa diferente, causa de um descuido da sesta. Tinham à espera uma visita muito especial da K., que fechou o dia de brincadeira com chave de ouro.

Amanhã é um novo dia.

Tudo preparado para amanhã

As M’s mais novas já começam a escola amanhã. Arranjámos as mochilas, preparámos os bibes, foram-se deitar cedo, mas ainda rebolam na cama. Borboletas na barriga!

Esta fotografia foi tirada precisamente há 1 ano para registar o tão importante 1º dia de escola da M. pequenina que amanhã vai pela primeira vez para o Jardim de Infância, embora na mesma escola é do “lado dos gandes” com direito a música e ginástica!

Amanhã temos de cumprir o ritual de 1º dia. Antes de sairmos tiramos esta fotografia, de preferência no mesmo sítio, com bibe vestido e laço no cabelo. Atravessamos duas estradas, fazemos a corridinha do costume para ver quem toca a campainha, dizemos um bom dia à MJ. e à A. penduramos as mochilas e vamos para a sala com vergonha q.b. Venho-me embora com a sensação de ainda as tenho à minha volta, com a mão esticada para atravessar a estrada e pouco a pouco vou-me habituando ao silêncio.

Acredito que amanhã não vá ser um dia fácil… isto de ficar com a casa vazia assim de repente…

 

Nem com jogadores a menos!

Hoje estamos com uma baixa na equipa. Hoje e durante toda a semana.

Aproveitámos para ir ver a Banda à praça, pôr a conversa em dia com os amigos, e dar um grito aos miúdos que todos juntos… é a confusão!

Enquanto eu a F. contávamos as férias, as novidades e os preparativos dos miúdos para o próximo ano a M. mais pequena resolveu besuntar os braços com champõ do cão para pulgas e carraças… espero que também sirva para as melgas.

Lavou os braços e estávamos prontas para irmos esticar a língua mais um bocadinho, quando….

“Mãaaaaaaeeee. A M. fez xixi no chão! “

Pronto, já percebi. Está na hora de irmos para casa!

Na verdade as minhas filhas tentam sempre manter a dificuldade deste campeonato, e mesmo com jogadores a menos, elas fazem tudo para não baixar o nível!

Assim foi, tudo para casa. Mãe e tia se quiserem conversar… fica para amanhã!

 

 

Passar a ferro é que não!

Passar a ferro não é tarefa fácil… mas parece que não é assim para toda a gente!

A M. mais velha vai amanhã para a praia com os avós, mas parece-me que antes de ir já leva saudades na mala. Leva saudades e mais uma carrada de roupa que tive de passar a ferro, porque a S. ainda está de férias.

Enquanto estávamos nesta tarefa doméstica, a M. escolhia a roupa do cesto, e enquanto eu bufava íamos conversando sobre as restantes tarefas domésticas.

– A mãe gosta de passar a ferro?

– Eu não. Acho que ninguém gosta…

– Ai gosta, gosta. A S. gosta!

– Gosta?

– Sim. Se não não tinha escolhido esta profissão!

 – Pois… Pode gostar desta profissão mas pode não gostar de passar a ferro. Nem tudo o que fazemos na nossa profissão gostamos. Blá, blá, blá…

– Sim, mas ela gosta de certeza. Sabe que ela até passa muuuuuuito devagarinho! Deve ser para durar mais.

Bem, fiquei a saber que tudo o que gostamos de fazer, deve ser feito muito devagarinho. Espero que ela se lembre do que disse, quando eu de manhã estou a dormir! Quanto à S., acho que é melhor acelerar porque a M. não perdoa!

 

 

Natal de 2009, quando a M. recebeu uma tábua de passar a ferro. Ainda existe!

Simples não?

 

Aqui por casa ainda se brinca às lojas. Bem sei que é tarde, mas andamos a queimar os últimos cartuchos de férias!

Fui ao quarto para me certificar que o circo ainda não estava a pegar fogo, e dei com uma filha preocupada com a situação do país.

– Ó mãe, isto está mesmo mau. Sabia que até esta loja fechou?

– Qual?

– Esta aqui.. das calças encarnadas. Pitapon (leia-se Petit Patapon)

– Foi? Mas como é que sabes?

– Bem, ouvi no telejornal quando estávamos de férias. Acho que não tinham dinheiro! Foi isso foi… o problema foi dinheiro… não tinham!

Achei que era boa ideia, puxar um bocadinho mais pelo assunto, e voltei:

– Então mas eles precisam de dinheiro? Quem precisa são as pessoas que vão comprar…

– Naaaaão mãe… então e para darem o troco?

A ideia é mesmo simplificar!

Pai sofre…

As 3 M’s estão deitadas pelo menos há 10 minutos. Como não dormiam a sesta desde o início do mês, a hora de adormecer tem sido santa… excepto hoje!

O F. teve a infeliz ideia de dizer que ia ver um bocadinho de televisão para a sala, e a M. pequenina que está com 3 horas de sesta no bucho ainda não parou de reclamar.

” Poquê o pai vê tevizão e nó não?”

” Poquê o pai pumete e depoi não deixa?”

Os argumentos tem sido fabulosos, mas o último arrasou-me. Já estava tão irritada de o pai não lhe dar resposta, que saiu-se com:

“Poquê o pai tá no sofá e a mãe sempe a tabalhar?”

Sem comentários… Pai sofre!

Férias, férias…

As férias já lá vão, e ano após ano vão sendo cada vez melhores.

Saltam-se as sestas, a sopa ao almoço, fraldas nem pensar, gelados com fartura e praia até mais não, mas, multiplicam-se as idas a casa para fazer cócós a compra de pulseiras e as bolas de berlim!

E porque foi muito tempo sem escrever e sem registar as aventuras das M’s fizémos um resumo em imagens das férias por terras de nuestros hermanos!

 

            Comemos gelados….                  

Tomámos grandes banhos…

Trabalhámos para o bronze…

Brincámos com os pais…

Escrevemos o 1º postal…

Chateámos o tio…

 

 

Ficámos na praia até ao pôr-do-sol…

 

Troika proíbe fada dos dentes

Imagem

Hoje de manhã tivémos um problema com a Fada dos Dentes. O problema da fada foi certamente consequência do sono pesado dos pais e da falta de trocos!

Não percebo até que ponto é que a M. mais velha acredita na fada, se é tudo encenação para as irmãs ou se aproveita para melhorar as economias! A verdade é que a bela da fada não apareceu!

Preocupadas as 3 discutiam o que podia ter acontecido para que o dente lá estivesse, e € que é bom… nada!

Teorias das M’s:

M. pequenina: “Fada não veio, fada não veio”

M. do meio: “Devem estar a cair muitos dentes aos meninos e ainda não teve tempo de cá passar, foi pôr dentes a casa, buscar dinheiro e volta mais tarde”

M. mais velha “Vamos fechar as portadas, deixar o quarto escuro, e vamos tomar o pequeno-almoço que ela deve vir na segunda volta, já estava a crise quando caiu o outro dente e ela veio à mesma, só se agora está muito pior”

Ficam por responder:

Mãe, como é que elaa entra cá em casa?

Mãe para que é que a fada quer os dentes?

Vou ter que treinar respostas e fundamentar uma teoria absolutamente espectacular porque ainda há muuuuuuitos dentes para cair cá em casa! E muuuuuitos euros para gastar!

 

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Esta semana há festa!

A M. mais velha faz anos esta semana. Já são 7, e é inevitável dizer que o tempo voa, mas voa mesmo!

A proximidade dos 7 anos, aumentaram-lhe o sentido de responsabilidade, e por isso mesmo, resolveu poupar a mãezinha e organizar a festa de anos.

As vantagens foram mais que muitas e como resolveu fazer a lista durante a viagem…

  1. Estava entretida e não embirrou com as irmãs, que puderam adormecer e só acordar à porta de casa,
  2. Veio concentrada no trabalho, por isso não pediu aquelas músicas que já ninguém consegue ouvir,
  3. Reduziu brutalmente o número de convidados,
  4. O lanche, é o mais simples que alguma vez fiz numa festa de anos,
  5. Já tenho a lista, com quantidades e tudo…é só dar um pulinho ao supermercado.

Concluí assim que a minha filha mais velha está mesmo crescida e que aos olhos das crianças é tudo tão mais fácil… porquê complicar?

Estamos a caminho

Um dia gostava de perceber porque é que chego sempre atrasada! Será que é por ter 3 filhas, um cão, um gato, e uma indecisão enorme cada vez que saio para dormir fora e tenho sempre medo de me esquecer de alguma coisa?
São 10.20, estou na A1. Miúdas no carro lavadinhas, pequeno almoço tomado, laços no cabelo, malas feitas das M’s e nossas, para ficarmos por casa dos avós, gato e cão tratados, algumas camas feitas e o café já cá canta!
A tudo isto podemos somar o facto de me ter esquecido da carteira e termos que voltar a trás… Pior, pior, é que tenho reunião às 11h e ainda tenho que ir deixar as miúdas!
Ao meu lado está o F. ao telefone com a S. a lamentar-se, num tom conformado: Tudo bem, tudo bem, mas fora de horas claro!
Aposto que a S. se está a rir do outro lado…não tivesse ela 4 filhos!
Para rematar, e em jeito desabafo não percebo porque é que o F. insiste em tornar este carro tipo corredor dos iogurtes 🙂

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Não haja fome…

As 3 M’s no banco de trás do carro.

Mãaeee. Mãaaaaeee. Mãaaaaeeeeeee.

Siiiimmmmmmm?

Estamos a comer macacos!

Ri-me muito. Se calhar não me devia ter rido, e certo seria ralhar e dizer que aquilo não se fazia, que era uma grande porcaria e blá blá blá.

Espero que esta falta de rigidez na minha maneira de educar não se reflicta no futuro, e quando as M’s forem umas excelentes profissionais ou artistas, não tirem macacos em plena reunião ou até mesmo no palco!

Eu acreditava, mas acreditava mesmo….

Não sei se isto foi do banho à antiga de hoje de manhã, mas tenho passado o dia um bocado saudosista.

Com este tema são obrigatórios os flashes de coisas parvas que me aconteceram na infância ou mentiras que me contavam e eu acreditava profundamente.

Uma das coisas que seguramente vou pedir esclarecimentos, é porque é que me fizeram acreditar que aquela senhora no pacote de Cerelac era a minha mãe? O bébé ao lado era eu, e o puto de camisola azul o meu irmão! E a impressão que me fazia o miúdo estar a sujar o cabelo com a colher cheia de papa?

Eu conseguia ver as nossas caras todas na embalagem!

Outra das coisas que me intriga, e muito, é que eu não conseguia perceber que não era verdade! Será problema meu, ou as crianças até certa idade não conseguem fazer esse tipo de associação visual. Se calhar até foi bom, na verdade os responsáveis estavam era a treinar a minha imaginação, o que hoje não posso fazer com as minhas filhas e com as caixas de cereais que temos no mercado. Não acredito que me consigam rever num cão do chocapic, ou no coelho do nesquik ou naquela silhueta invejável dos cereais fitness!

Outra coisa boa nas crianças é a capacidade de apagarem da memória situações menos felizes. Coisas do tipo, aquela não é a tua mãe, nem tu, nem o teu irmão, não vês?

Espero que esta capacidade se prolongue na idade adulta…amanhã quero esquecer que tive este desabafo na blogosfera, até porque me pode prejudicar profissionalmente e familiarmente se começo a contar estas minhas histórias, no mínimo estranhas!

Banhos difíceis

Acabou o gás. Durante o 3º banho da manhã o gás acabou e sobrou uma M. ensaboada da cabeça aos pés, a tremer de frio.

Salvou-nos a chaleira eléctrica da avó que veio emprestada no inverno para os sacos de água quente, e por cá ficou esquecida. Certamente já não volta. Aquecia a chaleira, misturava com água fria que estava num panelão enorme, e enquanto o F. tentava tirar a espuma, eu fazia o papel de chuveiro com uma panela!

Senti o que seriam os banhos de antigamente, e percebi como devemos dar valor a coisas tão simples como um esquentador, a funcionar claro.

As M’s acharam a maior graça e foi motivo de festa na casa-de-banho.

Quem não ficou tão bem, fui eu, que tinha que lavar o cabelo. Nada que um bom rabo de cavalo não resolva, e saltamos a lavagem para amanhã.

Parabéns Tio R.

E lá fomos nós aos anos do Tio R. Carro cheio. Eu, 3 M’s, o pai F. e os avós. Almoçámos todos juntos, e correu tudo muito bem. Crianças controladas, nada de asneiras, laços no cabelo, tudo impecável. Desta vez nem foi preciso secar cuecas no secador de mãos do restaurante a cuspir labaredas de sobre-aquecimento. Aproveitámos a passagem por Cascais para comprar sapatos e ainda vieram 3 túnicas em saldo, liiiindas!

Passagem por casa dos outros avós, e seguimos para casa do tio.

Curiosamente, não consegui encontrar diferenças entre a festa dos 36 anos do tio, e a de 6 da M. Ainda perguntei à minha mãe porque é que não lhe tinha vestido os calções. Um lanchinho para os amigos, batatas fritas esborrachadas no chão da sala, salame na mesa, acho que só faltavam mesmo os balões.

Saquinhos de brindes também não havia, grande falha! Temos que melhorar… Talvez a festa dos 40 já tenha insufláveis.

Parabéns Tio R!

A pirata sou eu

Hoje não há histórias divertidas, com disparates e boa disposição à mistura.

Amanhã temos mais um lançamento de um livro, 18.30, Cascais, junto ao mar, amigos, colegas de trabalho, boas leituras. Esta é sem dúvida a parte boa.

A parte má, é que ao mesmo tempo, em Tomar, está o piolho mais novo na sua primeira festa de escola. Dança dos piratas ensaiada e roupa preparada. Resta-nos depositar esperanças na máquina de filmar do avô, para no sábado vermos em família.

Quando a deitei, ainda perguntou num dialecto muito próprio: “Mãe vai vê a Bázinha na dança do pirata, e bater palmas?”

Expliquei o melhor que podia, e quando disse que era a avó e a M. mais velha que iam ver o “pétaculo” acho que ficou contente, ou não, se calhar sou só eu a tentar convencer-me disso.

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Adeus ballet, olá trampolins..

Dia de renovações de matriculas do ballet, que este ano foi só uma renovação. É verdade, perdi uma bailarina. Com muita pena minha e das excelentes professoras que a têm acompanhado. As notas foram excelentes, os elogios mais que muitos, mas mesmo assim não foi suficiente para comvencê-la.

As conversas sobre esta mudança já não são de agora, mas hoje voltámos à carga e a M. manteve-se inabalável. Se houver arrependimento, tem sempre a porta aberta, mas foi importante sentir o peso de uma decisão tão importante. Delicioso foi, ver aqueles olhos azuis enormes, que olhavam para mim sem pestanejar, enquanto me tentava convencer que nos trampolins estava o futuro. Arrasou-me.

Definiu o rumo e apostou forte na ginástica. Cá estarei para apoiar os treinos, as correrias, o dia que parece que é sempre curto demais, os jantares das mais novas deixados a meio para ir buscar, e tudo mais!

Vão ser 7.30h de ginástica por semana. Vai ser duro. Mas compensador. Por tudo isso…. GO GO GO

Férias, mas não para mim!

Os dias têm sido uma correria. Entre férias da M. mais velha e trabalho até mais não, vão ficando algumas coisas pelo caminho!

Foram festas da escola, do ballet, da ginástica, reuniões na escola, entregas de notas, uma verdadeira loucura para quem tem que assegurar estar presente em todo o lado, e trabalhar ao mesmo tempo.

Como este foi o primeiro ano em que a M. mais velha vai ter 3, sim 3 meses de férias, resolvemos que teria que ir gastar energias durante o dia. Assim foi. E melhor decisão não podiamos ter tido! Férias desportivas, aconselho a todos os que têm crianças em casa, saturadas de fazerem desenhos nas costas de um relatório qualquer que já não é preciso, ou irem para casa dos avós onde o ritmo já não os convence.

Começa às 9h com jogos de grupo, terminam a manhã na piscina, almoçam juntos, fazem bolos à tarde, e para terminar em beleza levam com mais 2 h de piscina. Perde o fato de banho, encontra o fato de banho, põe creme e arruma a mochila sozinha. Está mesmo a crescer!

Adormece a subir as escadas do beliche, mas durante o jantar ainda conta as histórias mais inacreditaveis!

Hoje como o vigilante da piscina não estava, esse papel ficou entregue à policia, coitado do Sr. agente que passou o dia a ver miúdos a dar mergulhos enquanto assava dentro da farda. Engraçado foi quando a M. me disse: ” Foi giro mãe, o polícia não viu e a L. saltou da prancha dos 5 metros”. Espero que seja exagero da M. e que ela tenha só saltado da borda da piscina… não sei!

Falamos, rimos, contamos o nosso dia, mas ficamos de rastos, quando nos diz:” O que eu tenho estado à espera é do dia que os pais aparecem com as manas todos de fato de banho e vêm dar um mergulho comigo… assim de surpresa mãe!”

Amanhã há treino de ginástica, mas quinta-feira, dê lá por onde der, às 5h computadores desligados e já sabem onde me encontram…

Estou a banhos com as minhas filhas!

Anda bicho cá em casa!

A M. pequenina queixa-se de dores de barriga desde ontem, e já perdi a conta das vezes que a levei à casa de banho!

Com crianças na escola, já sabemos que de vez em quando lá vem bicho… mas na barriga.

É que a M. mais velha desde que usa óculos tenta decorar o nome do problema que tem. Ainda não percebi porque é que quando vêem uma criança de 6 anos com óculos insistem em comentar: “Que giros esses óculos cor-de-rosa! Então e qual é o seu problema?” 

Não sei de que é que estão à espera, se ela acredite que fica mesmo gira de óculos, se ela dê uma explicação científica sobre hipermetropia!

Bem, como não há meio de conseguir decorar tamanho palavrão, ontem chegou a correr “Mãe, mãe perguntaram-me o que é que tinha nos olhos… é uma gastroentrite e mais o quê?”

Espero bem, que o bicho da barriga da M. pequena não salte para os olhos da M. mais velha!

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